Flags globais
Disponíveis em qualquer comando:Modos de saída para agentes
Auto-JSON ao redirecionar: se o stdout não é um terminal (ex.jelou whoami | jq), a CLI passa para JSON automaticamente. Force-o para legível com --human ou
JELOU_FORCE_HUMAN_OUTPUT=1.
Forma da resposta:
AUTH_ERROR, FORBIDDEN, NOT_FOUND, VALIDATION_ERROR,
API_ERROR, MISSING_FUNCTIONS_PROJECT, MISSING_WORKFLOW_PROJECT,
MISSING_AUTH, INPUT_ERROR, UNKNOWN_ERROR, NETWORK_ERROR,
TRANSIENT_ERROR, MISSING_LOCKFILE.
O objeto error também pode incluir um campo retryable (booleano) que
indica se vale a pena tentar o comando novamente, sem mudar nada:
--json de comandos de ação incluem um array breadcrumbs
com os próximos comandos sugeridos. Os logs em streaming emitem NDJSON (um
objeto JSON por linha).
Introspecção com --describe
--describe percorre a árvore de comandos e emite sua assinatura como JSON, sem
executar nada. É somente leitura — use-o para planejar.
{ command, description, arguments, options, examples, subcommands }.
As flags globais são filtradas para que você veja apenas a superfície específica do
comando.
Exit codes
A CLI usa códigos de saída granulares para que um agente ramifique sem parsear o stderr:
Os códigos 7-9 são específicos de
jelou pull/push/incoming (o 8 está
reservado e ainda não é emitido em rotas de produção). O código 10 aparece
quando o toolchain local ficou desatualizado em relação ao esquema que a CLI
espera. Em modo --json, o mesmo código aparece em error.code com um campo
hint que sugere o próximo comando.