jelou metrics lê o mesmo catálogo de analytics que os dashboards do Studio
leem — oito categorias: inbox, ecommerce, payments, voice,
biometrics, brain, ai, general. O catálogo é próprio de cada empresa e
é servido em tempo real, então descubra antes de buscar — nunca fixe uma
key de memória.
Listar o catálogo
list combina três origens de catálogo. Se uma falhar, o comando ainda sai
com código 0 com as métricas que conseguiu ler, e nomeia as demais em
errors[] — confira failed antes de concluir que uma key não existe.
As sete keys legadas de antes da v2 (dau_total, dau_ai_total,
unique_users_total, unique_users_per_day, brain_sessions,
bic_billing_sessions, hsm_by_sent_status) continuam funcionando e
retornam o envelope de sempre — aparecem marcadas com legacy: true no
--json.
Buscar uma métrica
keys não diferenciam maiúsculas/minúsculas, e o final do
invocation_name funciona quando não é ambíguo. Em terminal interativo
renderiza como cartão ou gráfico; no modo --json/--agent (ou com stdout
redirecionado) emite o envelope JSON.
Janelas de tempo
Precedência:
--start+--end vence --last, que vence --period.
Filtros
Cada métrica declara quais filtros aceita — passar um que ela não declara sai com código2 e informa quais ela aceita. Confira filters em
jelou metrics list --json antes de chamar uma métrica nova.
Um painel completo
As métricas de um painel são buscadas em paralelo — uma que falhar não
derruba o painel inteiro: a resposta
--json traz failed e errors[], e o
resto renderiza normalmente. Sem nome nem --template, dashboard mostra o
painel principal da empresa; o envelope desse comando lista em workspaces
os nomes de painéis salvos que encontrou.